Piloto de Voo Livre
AndersonPaz
Onde outros veem céu, eu vejo térmicas. Onde outros veem montanhas, eu vejo rampas de decolagem.
Cada voo é uma conversa com o vento
O céu não é o limite — é o começo. Desde o primeiro voo, entendi que voar não é sobre altura, é sobre perspectiva.
Nas térmicas, aprendi paciência. Nas turbulências, resiliência. No pouso, gratidão. O parapente me ensinou mais sobre a vida do que qualquer livro.
Meu sobrenome não é coincidência. Paz é o que encontro lá em cima, flutuando entre as nuvens, ouvindo apenas o vento e o bip do vario.
O que o céu me ensinou
Ler o Céu
Antes de decolar, observo. Cumulus, lenticulares, a direção das folhas. O céu fala, basta saber ouvir. Na vida, é igual — os sinais estão lá, só precisamos prestar atenção.
Confiar no Processo
Quando a térmica te pega, você não luta — você aceita e sobe junto. Resistir é perder energia. Fluir é ganhar altitude. Confiança não é ausência de medo, é presença de preparo.
Respeitar os Limites
O piloto mais experiente é aquele que sabe quando não voar. Ego não tem lugar no céu. A montanha sempre estará lá amanhã. Humildade é a maior habilidade de um piloto.
Paz Interior
Meu sobrenome virou minha filosofia. Nas turbulências — do ar ou da vida — a calma é o que te mantém no controle. Paz não é ausência de caos, é presença de centro.
Bora Voar?
Seja pra trocar ideia sobre voo, condições ou a vida — tô sempre aberto.